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Outubro de 2018

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NUNCA PARE DE DESCOBRIR

NUNCA PARE DE DESCOBRIR Para quem viaja, há algo de especial numa fronteira. Ela representa um momento de transição entre dois mundos, um único passo que cruza de um ambiente a outro, que invariavelmente aguça os sentidos e enriquece a experiência de viajar. E, para mim, não há fronteira melhor do que aquela entre terra e mar. Os litorais sempre carregaram certa magia em toda a história das viagens e das explorações, e este – a orla emaranhada, alveolar e infinitamente mutável de Donegal – tem mais esplendor do que a maioria deles. Donegal é o condado mais a noroeste da Irlanda e, como tal, constitui o último ponto de aterragem da Europa Ocidental. É um daqueles raros lugares onde você pode ficar de pé com os calcanhares em um grande continente e com os dedos dos pés em um vasto oceano. Eu tenho um pouco de história aqui: foi em Donegal, mais precisamente em Malin Head, a ponta setentrional da Irlanda, que, em 2011, tive um dos encontros marinhos mais memoráveis de toda a minha vida. Foi aqui que, ao longo de um dia espantoso, centenas de tubarões-frades rasgaram as águas transparentes da baía sob os penhascos escarpados do cabo – um inesquecível agrupamento do segundo maior peixe da Terra, atraído pela corrente, pela maré, pelo plâncton e pelo sol que brilhava num céu de brigadeiro. Eu estava de volta sete anos depois com minha família, para compartilhar com ela não só as maravilhas do litoral, como também o interior verdejante de um dos condados mais selvagens e escassamente povoados da Irlanda. Minha própria ligação um tanto tênue com a Irlanda é baseada numa profunda e permanente afeição pelo país e seu povo, surgida durante as filmagens da série The Great Irish Escape, da BBC, muitos anos atrás. Mas isso ficou insignificante em comparação com os elos ancestrais de minha esposa, Tam, algo que se manifestou de forma clara em nossas filhas, Isla e Molly – a última, em particular, tem uma inegável essência daquela linhagem celta, com seus cabelos de fogo. Em vista disso, parecia apropriado levarmos as meninas a um condado onde as águas eram selvagens, a região central era antiga e a cultura irlandesa era nutrida e celebrada. Seria nosso presente para Isla e Molly e, em grande medida, para nós mesmos. Não é tarefa fácil arrumar bagagens para uma semana, dadas as exigências singulares (e sim, trata-se de exigências, não vamos usar meias-palavras) das nossas pequenas em longas viagens. E assim, a capacidade surpreendente do Land Rover Discovery – o carro escolhido para a nossa pequena aventura familiar – foi testada ao máximo ao encontrarmos espaço para tudo isso: um enorme conjunto de caixas, mochilas, baldes e pás, e – no meio de tudo – uma malinha para mim. Nós também estávamos rebocando um barco – de maneira nenhuma eu iria percorrer mais de mil quilômetros da costa de Donegal sem a possibilidade de entrar no Atlântico para visitar ilhas em alto mar e enseadas escondidas. A experiência de reboque foi bem prazerosa (e olhe que é raro eu dizer isso); a Land Rover se empenhou muito para garantir que essa experiência, que costuma ser estressante, fosse totalmente segura e (ouso afirmar) bastante divertida. Aliás, o único problema é você eventualmente se esquecer de que está rebocando algo. Quando menos esperávamos, estávamos chegando ao nosso primeiro destino, lúcidos, sãos e ainda casados. Nossa exploração de Donegal duraria uma semana, pouquíssimo tempo para aproveitar o que o lugar tem a oferecer. Afinal, trata-se do destino de viagem que foi eleito o número um do mundo pela National Geographic em sua “lista de lugares bacanas” de 2017. Mas estávamos tentando ver a viagem pelos olhos de crianças de seis e quatro anos de idade. Que experiências criariam lembranças para a vida toda? O que atiçaria a imaginação delas? Nós partimos do princípio de que bons restaurantes e tranquilos hotéis boutique não estariam entre as O Discovery descarrega os Hall e suas pranchas de body-board na praia de Rossnowlagh. Na baía de Tullagh, os cavalos de potência são trocados por cavalos de verdade para um galope à beira-mar 54

"O QUE ATIÇARIA A IMAGINAÇÃO DELAS E CRIARIA LEMBRANÇAS PARA A VIDA TODA?" 55

 

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Revista LAND ROVER

 

As histórias das mostras da revista Land Rover do mundo todo que celebram a força interna e a inspiração para ir acima e além

A Land Rover não só tem os veículos superiores mais capacitados, mas também um estado de espírito onde um senso de curiosidade, de exploração e de admiração está presente em todas as aventuras da vida. Descubra isso na mais recente edição da Revista Land Rover, desde conhecer um grupo de sobreviventes da Era do Gelo na costa holandesa com o Land Rover Discovery, até a arquitetura sustentável mais inovadora em uma viagem californiana com o Range Rover Evoque.

Na cidade somos todos pedestres.

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